Balbúrdias Femininas são gritos que ecoam aos quatro ventos. Em seus outonos, a autora constrói suas narrativas poéticas com muita força e coragem. Missão dada, missão cumprida, ela homenageia as meninas Laura e Ayla e diz a elas que seu legado é ensinar-lhes a serem mulheres fortes, resilientes e capazes de vencer as adversidades desse mundo. Um presente para Olívia: poema que a ensinará que a vida não é um conto de fadas e que ela pode sim ser uma princesa: valente e capaz de dominar o mundo! Sim, nós mulheres precisamos nos encorajar e seguir unidas, exaltando a Sororidade, ecoando nossas vozes para que o mundo nos ouça, para que parem de nos matar, para que parem de nos assediar, para que nos deixem respirar, para que nos deixem viver! Mariana e Gabriela lhes apresentaram a magia da maternidade e toda a força que existia e existe em seu coração. Teresinha também homenageia sua mãe, mulher que lhe traz muita inspiração para fazer a diferença no mundo! Não somos "sexo frágil", somos a voz, somos o verbo, somos a ação e não podemos ter medo. Em suas insônias, pensamentos borbulhantes que a inspiram a escrever sobre tudo, principalmente sobre a força feminina, que carregamos no peito, apesar das cicatrizes que sangram dia a dia. Para que sejamos lembradas, sigamos escrevendo

BALBÚRDIAS FEMININAS

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Balbúrdias Femininas são gritos que ecoam aos quatro ventos. Em seus outonos, a autora constrói suas narrativas poéticas com muita força e coragem. Missão dada, missão cumprida, ela homenageia as meninas Laura e Ayla e diz a elas que seu legado é ensinar-lhes a serem mulheres fortes, resilientes e capazes de vencer as adversidades desse mundo. Um presente para Olívia: poema que a ensinará que a vida não é um conto de fadas e que ela pode sim ser uma princesa: valente e capaz de dominar o mundo! Sim, nós mulheres precisamos nos encorajar e seguir unidas, exaltando a Sororidade, ecoando nossas vozes para que o mundo nos ouça, para que parem de nos matar, para que parem de nos assediar, para que nos deixem respirar, para que nos deixem viver! Mariana e Gabriela lhes apresentaram a magia da maternidade e toda a força que existia e existe em seu coração. Teresinha também homenageia sua mãe, mulher que lhe traz muita inspiração para fazer a diferença no mundo! Não somos "sexo frágil", somos a voz, somos o verbo, somos a ação e não podemos ter medo. Em suas insônias, pensamentos borbulhantes que a inspiram a escrever sobre tudo, principalmente sobre a força feminina, que carregamos no peito, apesar das cicatrizes que sangram dia a dia. Para que sejamos lembradas, sigamos escrevendo